terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Ele morreu por nós!

Quando era adolescente, na minha casa havia um livro evangélico, cujo título não lembro. Era sobre histórias e experiências de repercussão na vivência cristã diária. Uma delas versava sobre um capitão cujo navio incendiou-se e em cujo leme ficou até que todos os passageiros fossem salvos, mas ele não teve a mesma sorte. Na lápide de seu túmulo escreveram: Ele morreu por nós! Por longos anos os passageiros do navio visitavam aquele jazigo, e lá depositavam flores e lágrimas. O homem havia bravamente salvado a vida de todos eles. Justo o contrário do capitão do navio que afundou na Itália.

Também o profeta Isaías registra uma das mais célebres frases da Bíblia sobre alguém que morreu em lugar de outrem. A parte b, do versículo 10, capítulo 53 de seu livro declama: Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar... Todas as vezes que leio o capítulo (e já o fiz dezenas, talvez, centenas, de vezes), paro neste versículo e vejo alguém sem opções particulares. Ou ele adota uma posição egoísta e se interna no Céu ou sujeita-se alegremente à vontade de Deus. Jesus sabia que sua passagem por este mundo não teria glamour, que seu sacrifício seria cruel, que morreria ao final. Mas alegrou-se com o agrado de Deus!

Quantos não entendem este gesto e desprezam a oferta da salvação? Ele morreu por você, por mim, por nós. Registra John Stott, que ele escolheu os cravos. Na sua agonia viu você hoje, com seus anseios, sonhos e projetos. Se ele tivesse descido da cruz, e podia fazê-lo, você não teria opção. Ao Senhor agradou salvar-te, se assim desejares. Você pode sujeitar-se à vontade de Deus ou fazer o que quiser. As duas opções terão consequências eternas distintas.

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