"Eu não me suicidei, eu parti para junto de Deus. Fiquem cientes que não bebo e não uso drogas, eu decidi que já fiz tudo que podia fazer nessa vida. Tive uma vida linda, conheci o mundo, vivi em cidades maravilhosas, tive uma família digna e conceituada em Esteio, brilhei na minha carreira, ganhei muito dinheiro e ajudei muita gente com ele. Realmente não soube administrá-lo e fui iludibriada [sic] por pessoas de má fé várias vezes, mas sempre renasci como uma fênix que sou e sempre fiquei bem de novo. Aliás, eu nunca me importei com o ter. Bom, tem muito mais sobre a minha vida, isso é só para verem como não sou covarde não, fui uma guerreira, mas cansei. É preciso coragem para deixar esta vida. Saibam todos que tiverem conhecimento desse documento que não estou desistindo da vida, estou em busca de Deus. Não é por falta de dinheiro, pois com o que tenho posso morar aqui, em Floripa ou no Sul. Mas acontece que eu não quero mais morar em lugar nenhum. Eu não quero envelhecer e sofrer. Eu vi minha mãe sofrer até a morte e não quero isso para mim. Eu quero paz! Estou cansada, cansada de cabeça! Não aguento mais pensar, pagar contas, resolver problemas... Vocês dirão: Todos vivem!!! Mas eu decidi que posso parar com isso, ser feliz, porque sei que Deus me perdoará e me aceitará como uma filha bondosa e generosa que sempre fui."É prezados, um bizarro mundo, no qual as pessoas tentam subverter o direito que Deus tem de escolher quem Ele quer no Céu, explicitando as condições para isto na Bíblia Sagrada. É uma pena.
Terça-feira, Dezembro 08, 2009
Todos querem estar perto de Deus, cada qual a seu modo. O que Ele acha disso?
Quem não ficaria perplexo com o trecho da carta da atriz Leila Lopes, que se suicidou recentemente com a ingestão de veneno?
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Domingo, Dezembro 06, 2009
O que fazer?
Leio no Blog do Gutierres, sobre modernas contradições assembleianas (sugiro ler o contexto no Blog dele, para compreender a problemática deste post):
Adolescentes e jovensEntendo a preocupação do Gutierres e suas palavras são constatáveis na prática pastoral cotidiana de nossas igrejas. Mas a questão que se coloca é: o que fazer? O que efetivamente faremos para inserir os jovens na atualidade? Não só os jovens, vamos criar uma igreja personalizada para cada um que achar que deste ou daquele modo está melhor!?
Na maioria das congregações, os adolescentes e jovens estão cada vez menos engajados em trabalhos da igreja. Aliás, seria injustiça falar somente em jovens menos engajados, pois a igreja de maneira geral é menos ativa, a começar dos obreiros. A Assembleia de Deus é cada vez menos jovem. Portanto, diferente das gerações passadas, hoje eles preferem ler “Crepúsculo”, ouvir “NX Zero”, passear no “Play Center” e se divertir no show do “Oficina G3”. Estão totalmente inseridos naquilo que era chamado de “mundo”.
Quase todos os “cultos de mocidade” são voltados para pregações que condenam esse estilo de vida “mundano”, mas pouco efeito tem produzido. Falam contra sempre, mas não produzem nada a favor. Os apelos são muitos, mas as adesões fracas.
Não é possível que façamos um culto com músicas do NXZero, somente porque os jovens estão afeitos a elas!? Faremos cultos no PlayCenter? Ou criaremos uma sessão de Crepúsculo, somente para que os jovens não saiam da Igreja? Tenho a certeza que se assim o fizéssemos, na melhor das intenções possível, ainda haveriam reclamações de outras ordens. O FATO de haver em nossos dias pouco engajamento não se deve à "cadudicidade" de usos e costumes, apenas (eu diria muito pouco tem a ver), mas a vários fatores como o consumismo (virou chique passear nos domingos à tarde no Shopping), a acomodação e à falta de espiritualidade. Afinal, é o Espírito Santo que nos impulsiona para o campo missionário. Ou esta premissa também mudou?
Penso que as preocupações do respeitável amigo, que reflete a de outros blogueiros e leitores, é apenas uma constatação. Pouco efeito prático terá, colocada desta forma, se apenas a associarmos à falta de atualização nos usos e costumes com tendências mundanas e desprovidas da presença do Senhor. Cabe-nos defender a trincheira, antenados com o mundo, mas não comprometidos com seus valores. Se a adesão está fraca, como é detectável, não é porque as doutrinas sobre elas estão ultrapassadas, mas porque o coração desta geração de assembleianos, em sua maioria, anda longe da vontade de Deus.
Quem me conhece ou lê meus posts sabe quanto anseio mudanças estruturais profundas em nossas igrejas, porém, este tipo de raciocínio é o ovo da serpente que irá não apenas destruir nossa identidade, mas comprometer nosso futuro como denominação. Dia desses conversei com um amigo pastor assembleiano, que foi convidado a participar de uma convenção de outra igreja, mais liberal. Uma das matérias em discussão: Vamos ou não liberar o piercing? Nossos jovens estão adotando esta mania, o que faremos? Ou seja, a discussão não era sobre batom, corte de cabelo, uso de calça comprida, mas sobre uma mania irreverente que, apesar da liberalidade da denominação, comprometia a estética eclesiástica. Se olhada apenas do prisma dos usos e costumes, aquela denominação não estaria enfrentando maiores problemas, os jovens estariam liberados, etc e tal. Mas a realidade era outra. E, pior, apesar da liberação não os veríamos mais engajados, conforme as premissas do post, mas tão desinteressados quanto.
Voltamos à questão: O que fazer? Construíremos um bezerro de ouro? Resistiremos até que só sobrem os sete mil? Ou faremos uma atualização de nossa BIOS (se é que me entendem) denominacional, somente para que os jovens ou quem quer que seja, sintam-se mais à vontade em nossos templos? Quem garante que vai surtir efeito?
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Por que não destituir Silas Malafaia?
Se ele se recusa a seguir a linha doutrinária da Assembléia de Deus, assembleiano não é. Se adere sistematicamente à Teologia da Prosperidade, assembleiano não é. Se está em companhias duvidosas, no que tange à doutrina esposada pela Assembléia de Deus, assembleiano não é. Se ataca os bons costumes assembleianos e fere a ética pastoral com palavras de baixo calão, apenas para se passar por bravateiro, assembleiano não é. Se pede dinheiro como as neopentecostais, assembleiano não é.
Então, por que alguém assim deveria continuar como vice-presidente? Já basta o FATO de ter uma livraria concorrente à CPAD, ou seja, trabalha contra a "Casa"! Impeachment nele!
Então, por que alguém assim deveria continuar como vice-presidente? Já basta o FATO de ter uma livraria concorrente à CPAD, ou seja, trabalha contra a "Casa"! Impeachment nele!
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Sexta-feira, Dezembro 04, 2009
Sobre a política evangélica brasileira
Acho que o problema não é quantidade (termos mais evangélicos no Brasil), mas qualidade (termos melhores evangélicos no Brasil). Os políticos evangélicos que temos são em sua maioria ou apadrinhados dos pastores ou seus familiares, e nada nos indica que tenham aprendido ética em casa. Ou os pastores não ensinam o que é correto para seus filhos, ou eles não percebem o quanto eles são santos a ponto de ou imitá-los ou guardar uma distência segura por seu maléfico comportamento. A associação entre eles (pastores e políticos) insinua que a ética pastoral anda distante da Palavra de Deus.
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Quarta-feira, Dezembro 02, 2009
Um convite especial enviado ao meu e-mail
Igreja Batista da Lagoinha agora hospeda um curso de shofar. Que progresso! Enquanto isso o mundo desaba... Deixa pra lá, o problema deve ser eu. Quem quer ser um b'all tokéa?
Shalom a todos.
Como devem estar sabendo, nos dias 18 e 19 de dezembro estaremos realizando a Escola do Shofar Brit na Igreja Batista da Lagoinha. Estou enviando em anexo um arquivo JPG para que vocês nos ajudem a divulgar nas igrejas. Caso queiram poderão também divulgar o link que é:
www.ministeriobrit.com.br/escoladoshofar.html
Que o Eterno te abençoe e te guarde!
Pr. Antonio Carlos
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Terça-feira, Dezembro 01, 2009
Um caso emblemático de como funcionam as eleições de evangélicos
O DEM implodiu no Distrito Federal. Multiplicam-se os vídeos de corrompidos e corruptores, dinheiro em meias e etc. Hoje/ontem o UOL publicou um vídeo emblemático. Mostra políticos acertando uma jogada, e, em seguida, orando! Isso mesmo, oram após fazer uma negociata, para que os inimigos sejam neutralizados! O UOL afirma com todas as letras:
Em julho, Arruda, acatando propostas desses deputados, havia regularizado os terrenos invadidos por igrejas, foram beneficiados 900 prédios. O Leonardo Prudente (DEM), de camisa branca no vídeo, propôs um programa habitacional dirigido "aos pastores, que passam a maior parte de sua vida construindo suas igrejas e nem sempre têm tempo ou meios de fazer a própria casa". É brincadeira!? O mesmo deputado havia condecorado o Pr. Marcos Feliciano como cidadão honorário de Brasília!
Aqui tem outro vídeo postado no site O Verbo, do Fantástico de 29/11, sobre o mesmo caso:
Poderia ser na sua cidade, pior, poderia ser na sua igreja!
Após receberem a propina, o deputado Rubens César Brunelli (PSC), o atual presidente da Câmara, Leonardo Prudente (DEM), e Durval Barbosa, ex-assessor de Arruda e colaborador da PF que entregou o suposto esquema de desvio de verbas públicas e arrecadação de propina de empresas para pagar despesas de campanha e distribuir recursos à base aliada do governador, oram.
Brunelli está de camisa roxa; Prudente, de camisa branca; e Barbosa, de vermelha.
É assim que funciona em qualquer eleição. Eles chegam, posam de bom moço, oram entre nós, decretam a vitória, recebem profetadas, dizem que os inimigos do povo de Deus vão perder, alardeiam feriados e eventos tidos como de defesa da igreja e depois fazem os acordos ilícitos. Aqui tem um que propôs o Dia Estadual da Consciência Evangélica, em 31 de outubro. Lutero revira na tumba. Lá em Brasília esses mesmos hoje pegos com a "boca na botija" criaram o Dia do Pastor! Eu imagino a cerimônia: um bando de homens maduros sorrindo para as câmeras, alegres por terem sido lembrados. Versículo pra lá, versículo pra cá, orações e hinos, e, por trás de tudo, a realidade obscena e chocante das negociatas.Em julho, Arruda, acatando propostas desses deputados, havia regularizado os terrenos invadidos por igrejas, foram beneficiados 900 prédios. O Leonardo Prudente (DEM), de camisa branca no vídeo, propôs um programa habitacional dirigido "aos pastores, que passam a maior parte de sua vida construindo suas igrejas e nem sempre têm tempo ou meios de fazer a própria casa". É brincadeira!? O mesmo deputado havia condecorado o Pr. Marcos Feliciano como cidadão honorário de Brasília!
Aqui tem outro vídeo postado no site O Verbo, do Fantástico de 29/11, sobre o mesmo caso:
Poderia ser na sua cidade, pior, poderia ser na sua igreja!
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Segunda-feira, Novembro 30, 2009
Um e-mail enviado ao Geração JC
E-mail enviado á editoria do Geração JC, periódico da CPAD. De repente algum jovem pode ter lido a matéria original e aqui vão algumas observações.
Tomo a liberdade de enviar a este periódico, visto sua repercussão entre nossos jovens, o registro de algumas imprecisões, no artigo sobre a Influência do Grego e do Hebraico nas Escrituras. De saída, registro meu apreço pelo trabalho de Gordon Chown, do qual tenho livros e materiais, e minha ponderação não será direcionada a ele, mas à publicação.
No tópico Idiomas na Construção da Bíblia, está escrito "O hebraico possui dois dialetos e o aramaico sete, que, por sua vez, possui nove verbos e e o hebraico sete."
O hebraico possui ao menos quatro dialetos:
1) O hebraico clássico, ramificado entre o talmúdico, das sinagogas, e o cursivo que é falado no dia-a-dia em Israel (que por suas peculiariedades poderia ser considerado mais um dialeto);
2) O ladino, associado aos judeus de origem espanhola, também conhecido como sefardita ou sefaradita;
3) O iídiche, associado ao judeus de origem européia, especialmente os alemães, também conhecido como asquenazita;
4) Judeus do Curdistão, também falam um dialeto chamado Lishana Deni, que o Etnologue classifica como judaico-aramaico.
Cumpre-nos lembrar que todos são escritos da direita para a esquerda, como o hebraico. Sem esquecer que alguns judeus que moram nos países árabes falam o hebraico iemenita, largamente influenciado pela língua árabe.
Outra coisa, o hebraico não possui sete verbos (apenas! Entenderam?), mas sete modos verbais: Qal, Nifal, Piel, Pual, Hifil, Hofal e Hitpael, que refletem aspectos particulares da língua.
Clique aqui para uma interessante lista dos idiomas falados em Israel, com o destaque das que se ligam ao hebraico.
Tomo a liberdade de enviar a este periódico, visto sua repercussão entre nossos jovens, o registro de algumas imprecisões, no artigo sobre a Influência do Grego e do Hebraico nas Escrituras. De saída, registro meu apreço pelo trabalho de Gordon Chown, do qual tenho livros e materiais, e minha ponderação não será direcionada a ele, mas à publicação.
No tópico Idiomas na Construção da Bíblia, está escrito "O hebraico possui dois dialetos e o aramaico sete, que, por sua vez, possui nove verbos e e o hebraico sete."
O hebraico possui ao menos quatro dialetos:
1) O hebraico clássico, ramificado entre o talmúdico, das sinagogas, e o cursivo que é falado no dia-a-dia em Israel (que por suas peculiariedades poderia ser considerado mais um dialeto);
2) O ladino, associado aos judeus de origem espanhola, também conhecido como sefardita ou sefaradita;
3) O iídiche, associado ao judeus de origem européia, especialmente os alemães, também conhecido como asquenazita;
4) Judeus do Curdistão, também falam um dialeto chamado Lishana Deni, que o Etnologue classifica como judaico-aramaico.
Cumpre-nos lembrar que todos são escritos da direita para a esquerda, como o hebraico. Sem esquecer que alguns judeus que moram nos países árabes falam o hebraico iemenita, largamente influenciado pela língua árabe.
Outra coisa, o hebraico não possui sete verbos (apenas! Entenderam?), mas sete modos verbais: Qal, Nifal, Piel, Pual, Hifil, Hofal e Hitpael, que refletem aspectos particulares da língua.
Clique aqui para uma interessante lista dos idiomas falados em Israel, com o destaque das que se ligam ao hebraico.
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Sexta-feira, Novembro 27, 2009
Pastores orando pela morte de Obama!?
Vou pesquisar e depois vejo o que posso postar. Enquanto isso fala o Sérgio D'Ávila (Assistam até o fim. Tenham paciência. Se a moda pega):
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Por que será?
Ás vezes, eu penso que sou meio maluco. Será que somente eu não sei por que a CPAD só utiliza a mesma trinca de comentadores da lição da EBD? Eu já disse aqui, com todas as letras, que as lições são excelentes, o conteúdo maravilhoso, etc e tal, mas a dúvida persiste: Por que sempre eles? No trimestre que vem será o veterano Pr. Elienai Cabral, por quem, registre-se, tenho o maior apreço. Por que não uma lição a duas, três, quatro mãos? Você distribui os temas dominicais e harmoniza os textos. Por que não?Nos últimos anos tinha sido acrescido o Pr. Eliezer Morais e o Pr. Ezequias Soares, dois mestres da Palavra. Mas parou por aí. Aliás, os temas têem que ser revistos. Esse de Coríntios já está mais batido do que tudo. Há sempre o que aprender, não tenham dúvidas, mas a Bíblia é muito rica para ficarmos girando sobre determinados livros e assuntos. A não ser que a intenção seja vender os livros atrelados às lições... Quando o Pr. Ezequias (Atenção! É uma pessoa excelente e competente, não misturem as coisas) comentou sobre Ezequiel, houve pouquíssimo aproveitamento prático, apesar do livro análogo. Duvido que hajam alunos que relembrem algo que aprenderam naquele instante. Me perdoem a franqueza.
Falta oxigenar a produção de revistas e livros. E a CPAD deveria estar preocupada em descobrir autores brasileiros, ao invés de ficar promovendo os americanos. Nada contra a qualidade deles, mas é uma questão básica: Até quando vamos importar textos? É por essas e outras que autores assembleianos de qualidade estão sendo lançados por outras editoras. Lá nos EUA há inúmeros meios de se fazer isto, seja através de pesquisas na faculdades teológicas, seja em concursos nacionais. Aqui preferimos comer pelas mãos dos outros.
Por falar em faculdade teológica, a produção intelectual assembleiana praticamente inexiste. Se restringe à pesquisa superficial e ao CTRL + C, CTRL + V! Culpa de quem pode incentivar e não o faz. Geralmente por acomodação. E ainda impõem o way american style de interpretação bíblica. Nota 5!
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